domingo, 1 de agosto de 2010

História: Preservativo, sempre!

Posted by RedBeard79 On 01:28 0 comentários

OK, atendendo a pedidos de leitores do blog, que mencionaram estar faltando algumas histórias interessantes no blog, aqui vai uma, que desenterrei por aí. Uma história...real ou inventada? Do editor do blog ou de algum leitor? Bom, isso continuará um mistério...rs. (A história será contada em primeira pessoa, por motivos "redativos"...)

PRESERVATIVO, SEMPRE!

Certa vez, conheci uma garota na faculdade, logo em meu primeiro ano. E, como todo primeiro ano de faculdade, tudo é uma festa...cerveja com os colegas, paqueras aqui e ali...enfim, primeiro ano de faculdade tem muita diversão, tudo é novidade. E essa garota havia entrado na faculdade junto comigo.

No dia do trote dos novatos, fomos a um bar após o tradicional trote da faculdade, veteranos e novatos bebendo cerveja juntos à mesa, fazendo jogos de bebida, paquerando bastante também. E aquela garota estava sentada logo ao meu lado. Em dado momento, após várias cervejas, comecei a notar que havia um clima no ar...

Tínhamos uma amiga em comum, que notou o clima de romance entre a garota e eu, então ela se posicionou atrás da amiga e começou a me fazer sinais, do tipo "Beija ela, beija ela". Bom, foi o que eu fiz...olhei a menina nos olhos, e beijei!

Pronto, havia começado um romance em meu primeiro ano de faculdade. Eu não estava muito no clima de começar um relacionamento naquela época, nem tinha tanto em comum com a garota, mas era legal ficarmos juntos, nos divertíamos, estudávamos juntos...e a coisa foi rolando por um tempo.

Num belo dia, aquela nossa amiga em comum, que havia nos estimulado a ficarmos juntos no início, havia nos convidado a passar o dia no apartamento novo dela. Os pais haviam recentemente comprado o apartamento, que ainda não tinha algumas das instalações básicas, como piso e luz elétrica. Mas, tudo bem...éramos jovens, queríamos nos divertir, e o prédio tinha piscina também. Assim, lá fomos nós, eu com minha "paquera", nossa amiga com o namorado.

Chegamos no prédio de nossa amiga, nos trocamos, e fomos à piscina. As meninas brincavam de nos seduzir, a mim e o namorado de nossa amiga. Chegaram à piscina enroladas em toalhas e encenaram um breve "strip-tease" para nos provocar, cada uma com seu par. Depois, nadamos bastante, sempre com vários beijos dentro d'água, abraços, mãos bobas, e por aí vai. Até que começou a entardecer. Resolvemos, então, subir ao apartamento, para tomarmos um banho antes de irmos comer e voltarmos para nossas respectivas casas.

Havia apenas um banheiro com chuveiro funcionando no novo apartamento, assim iríamos revezar. Primeiro nossa amiga e o namorado iriam tomar banho juntos, depois seríamos eu e minha "amante". Logo após nosso casal de amigos entrarem para seu banho juntos, ficamos a sós...e, primeiro, de brincadeira, fomos escutar à porta do banheiro, num clima meio voyeur, para saber se a coisa estava esquentando no banho de nossos amigos. Ouvimos alguns sussurros, alguns leves gemidos de nossa amiga. Sim, a coisa parecia estar esquentando por lá. Então, porquê nós não esquentaríamos entre nós também, não é mesmo?!

Fomos para o único sofá do novo apartamento, sem muita mobília ainda, e começamos com algumas carícias, beijos, olhares na penumbra da noite que começava a cair. As carícias foram ficando mais quentes: beijos no pescoço, toques por todo o corpo, além de mantermos o olhar, às vezes, para a porta do banheiro onde nosso casal de amigos tomava banho, afinal eles poderiam sair dali a qualquer momento. Não queríamos ser pegos em nada muito impróprio, afinal ainda não havia tanta intimidade entre nós, de mim com minha "amante", nem de nós com o outro casal. Mas, as coisas foram esquentando assim mesmo, e logo já afastava partes estratégicas do traje de banho da mocinha.

E, quando as coisas começaram a ficar mais sérias, ela me pára por um momento, e me faz uma confissão: "Eu estou com medo. Nunca fiz isso antes". Por um instante, não soube como reagir. OK, ambos éramos jovens, no início de nossas vidas adultas. Não era nada muito anormal uma garota, na idade dela, com seus rescém 18 anos de idade, ainda não ter perdido sua virgindade. Então, eu disse a ela que nada deveria acontecer se ela não quisesse, que poderíamos parar por ali mesmo, que não havia problemas. E, se ela quisesse continuar, eu seria o mais "delicado" possível com a situação, cuidaria bem dela. E, para minha surpresa no momento, ela preferiu continuar, me pedindo apenas que eu fosse bastante gentil com ela.

Mas, havia um pequeno problema, nenhum de nós, sem termos previsto que aquele momento poderia ter acontecido, haviamos trazido preservativos. E, já fazia algum tempo que o outro casal havia começado seu banho. Então, desaceleramos nossas carícias, aguardando até que nossos amigos saíssem de seu banho, e pediríamos a eles um preservativo. E, assim foi, o outro casal saiu do banho...e como a garota que estava comigo já era amiga há mais tempo da outra menina, pedi que ela falasse com a amiga sobre o preservativo, afinal eu também não conhecia o namorado de nossa amiga antes daquele dia, para termos a liberdade de falar sobre essas coisas. Até que surgiu outro problema: nossa amiga não tinha preservativos, pois usava anti-concepcionais, e estava num relacionamento estável com o namorado. Mas, ela ofereceu uma solução, por mais estranha que parecesse. Nossa amiga e o namorado iriam rapidamente até a farmácia, comprariam um preservativo enquanto nós manteríamos o clima quente entre nós, nos passariam rapidamente o preservativo pela porta, e iriam dar um passeio, enquanto nós faríamos aquilo que tinhamos de fazer. E, assim foi!

Voltamos às nossas carícias e beijos, até que nosso casal de amigos voltou, nos entregou rapidamente o preservativo, e foram passear para nos dar privacidade. E retomamos às carícias, tratando de dar à mocinha uma primeira vez digna de memória.

Tive de ter bastante paciência e cuidado. Afinal, a primeira vez de alguém é sempre lembrada e usada como base de comparação para seus relacionamentos sexuais futuros, não é mesmo?! Beijava-a com carinho, desci ao seu pescoço, aos seus ombros, levando o tempo necessário para que ela estivesse confortável. Ia descendo com cuidado, sempre atento às suas reações. Cheguei à cintura dela, beijei seus quadris, beijei suas coxas, suas pernas, o peito de seu pé, e voltei a subir, até chegar à virilha dela. Afastei a parte de baixo de seu bikini e dei-lhe um beijo quente, ao que ela gemeu, como se ninguém mais pudesse ouví-la.

Era chegada a hora. Fui removendo a parte de cima de seu bikini, beijei seus seios com toda a paixão e com todo o cuidado que tinha naquele momento. Ao mesmo tempo em que beijava seus seios, retirava a parte de baixo de seu bikini, e em seguida meu calção de banho. Ambos estávamos nus e entrelaçados naquele momento. Minhas mãos percorriam carinhosamente todo o seu corpo, enquanto ela tremia e gemia, meio sem jeito, levemente assustada por ser sua primeira vez, mas querendo mais. E chegou o momento, em meios aos toque, carícias e beijos, em que decidi colocar o preservativo, para logo em seguida, iniciarmos o ato pela primeira vez.

Logo de início, ela me parou, me pediu novamente que fosse com cuidado. Atendi sua vontade!. Beijei-a mais, massageei sua região mais íntima com cuidado, de modo que ela relaxasse aos poucos, e também chegasse à lubrificação necessária para que o ato fosse menos doloroso para ela. Afinal, a primeira vez de uma mulher, quase sempre, dói. E assim continuei por um pouco mais, até que senti que era a hora. De leve, comecei a penetrá-la. Ela me segurava um pouco, recolhia-se de leve, e em seguida me permitia avançar um pouco mais, logo que se sentisse confortável e a leve dor passasse um pouco. Eu a penetrava um pouco mais, com cuidado, ela gemia um pouco, num misto de dor e prazer, e me deixava continuar avançando.

Quando havia chegado à total penetração, começamos a ritmar o movimento de nossos corpos, em meio aos gemidos dela, em meio a meus toques e beijos. Ela segurava o braço do sofá e o encosto com as mãos, deixando que eu a tocasse livremente. Por vezes, ela acariciava minhas costas, e logo voltava a se segurar, cheia de prazer. Eu tentava me movimentar um pouco mais rápido, e logo voltava a desacelerar um pouco, buscando dar-lhe o máximo de prazer que fosse possível. Eu sabia que seria difícil levá-la ao orgasmo, geralmente inatingível para a maioria das mulheres em sua primeira vez, mas fiz o que pude. Depois de um tempo, nos tocando, penetrando-a, mantendo um movimento cadenciado em meio a muitos beijos e toques em todo o seu corpo, gozei! Olhei para seu rosto, e ela me olhava atenta, com uma expressão de satisfação, querendo então apenas aconchego, carinho.

Resolvemos tomar um banho, pois nossos amigos logo retornariam de seu passeio. Ela foi pegar uma toalha, quando logo ouvimos um barulho à porta. Nossos amigos haviam retornado, um pouco mais cedo do que previmos. Nervosa, ela correu ao banheiro e fechou a porta. Eu havia ficado de fora. Fui tentar abrir a porta, mas ela havia, em seu nervosismo, trancado a porta. Nesse mesmo momento, minha amiga entrou no apartamento, enquanto eu corria ao outro quarto para poder me enrolar na toalha. Minha amiga, com certeza, deve ter me visto de costas, nu, correndo para o outro quarto. 

Me enrolei na toalha, fui em direção ao banheiro novamente, que podia ser visto da sala, dei um sorriso meio amarelo a minha amiga e seu namorado, e consegui fazer com que minha "amante" abrisse a porta para que eu entrasse. E começamos a tomar nosso banho, novamente com muitas carícias, muitos beijos, alguma provocação. Terminamos o banho, nos arrumamos, sem pressa, e saímos. Decidimos ir, com nosso casal de amigos, a um restaurante próximo, para comermos, afinal a noite já começava a avançar, e haviamos gasto bastante energia.

Nossa amiga, em alguns momentos, fazia brincadeiras com minha "garota", parabenizando-a por finalmente ter perdido sua virgindade. Perguntava-a como havia sido para ela, mas tímida, ela não respondia, apenas sorria, depois me olhava, aparentemente apaixonada. E aquela foi a única vez em que fizemos sexo, pois semanas depois terminamos o romance. Eu sabia que não estava pronto para me iniciar um relacionamento sério novamente, que não combinávamos juntos. Me senti um pouco mal por ter-lhe tirado a virgindado, e depois percebido que não tinhamos um futuro juntos, mas...o que eu podia fazer?! Nós tentamos...não deu certo. Seguimos nosso caminho, e até hoje não posso esquecer essa história de paixão, de ingenuidade, de uma primeira vez, de uma amizade...de uma noite inesquecível!


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